31/01/2020

Como o EAM ajuda a cortar seus gastos com manutenção

Através do EAM é feito um intenso controle sobre a validade e sobre os intervalos necessários para a manutenção de cada um dos equipamentos do acervo. Assim, se uma peça tiver a durabilidade de seis meses, antes que esse prazo se esgote, o gestor já providenciará a sua reposição.

Dessa maneira, a queda com os consertos é inevitável, já que geralmente é mais barato prevenir do que remediar. Além disso, a quebra de um mecanismo industrial pode resultar em horas a fio de ociosidade produtiva e em um prejuízo inimaginável.

Mais um ponto positivo é a segurança dos colaboradores. Uma máquina com defeito é sempre um risco. Pense no impacto financeiro, operacional e publicitário que um acidente grave é capaz de desencadear! Por isso, as empresas de ponta vêm investindo no EAM para sair da postura passiva na administração de seus bens.

As técnicas de EAM proporcionam um melhor aproveitamento do patrimônio na rotina, ampliando a sua disponibilidade no dia a dia. Isso porque a gestão de ativos inclui a supervisão do uso dessas posses, de modo a otimizar esse consumo.

Assim, o gestor consegue rastrear facilmente todos os itens do acervo e distribuir esses recursos de forma mais estratégica. Com um planejamento mais elaborado, a empresa aperfeiçoa também a gestão de compras. Afinal, o compartilhamento dos bens entre dois ou mais setores vai permitir um corte de gastos, já que novas aquisições serão evitadas.

Com a gestão de ativos, portanto, a empresa encontra soluções inovadoras para aproveitar melhor seus recursos. Embora haja métodos variados para por o EAM em prática, tem sido comum a adoção de softwares focados nesse tema. Assim, o patrimônio é monitorado em tela única.

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